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Meta da Nossa Caixa é atingir R$ 1 bilhão em créditos até o fim de 2010

Nossa Caixa Desenvolvimento – Agência de Fomento do Estado de São Paulo.Com apenas nove meses de existência a Nossa Caixa Desenvolvimento já desponta como uma das grandes ferramentas do Governo Estadual para o incentivo à expansão de investimentos. Com uma receita criativa de atuação, baseada em parcerias com entidades de classe do setor produtivo a Agência de Fomento Paulista já contabiliza R$ 160 milhões em créditos aprovados, com recursos próprios, e mais R$ 33 milhões já aprovados junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A meta para 2010 é chegar a R$ 1 bilhão em créditos.
Através de diversos acordos com associações, o avanço das operações tem mantido um ritmo bem acelerado. “Ninguém melhor que as entidades de classe para saber as necessidades das empresas de cada setor e a parceria com a Agência de Fomento tem sido importante para diminuir a distância entre as empresas e a Agência de Fomento”, explica o diretor-presidente da Nossa Caixa Desenvolvimento, Milton Luiz de Melo Santos.
A fórmula é simples. A agência de fomento entra em contato com as entidades de classe e disponibiliza suas linhas de crédito para financiar projetos das empresas filiadas à entidade. Por sua vez, as associações comunicam seus filiados sobre a oferta da Nossa Caixa Desenvolvimento e começa a receber os projetos para a seleção e encaminhamento final.

Contratos firmados em 2009

Romi
A Nossa Caixa Desenvolvimento assinou em novembro de 2009 um convênio inédito com a Indústrias Romi S.A. Pelo acordo, serão repassados, nessa primeira etapa, R$ 20 milhões em recursos, obtidos através da linha BNDES Finame-Fabricante, para viabilizar o financiamento de máquinas produzidas pela companhia a seus clientes de micro, pequeno e médio porte. Trata-se do primeiro grande contrato da Nossa Caixa Desenvolvimento no sentido de fomentar os investimentos na produção de pequenas empresas. Com unidades em Santa Bárbara d’Oeste, no interior de São Paulo, a Romi produz máquinas-ferramenta (tornos e centros de usinagem) e máquinas para plástico (injetoras e sopradoras), utilizadas por empresas dos mais variados setores industriais, como automotivo, energia, óleo e gás, naval, aeronáutico, bens de capital e bens de consumo em geral.
O vice-presidente da Abimaq, José Veloso, acredita que acordos como este ajudarão a manter emprego e renda no País. “Esse crédito vai incentivar a indústria que faz indústria, injetando sangue nas veias da pequena e média empresa”, afirma Veloso.

 

Setor Público
O setor público também ganhou uma linha de financiamento para infraestrutura viária. O Programa Via SP, lançado em novembro, tem nesta primeira etapa, o valor estimado de R$ 150 milhões. Podem solicitar o crédito pessoas jurídicas de Direito Público Municipal, como administração direta do município, autarquias e fundações instituídas ou mantidas, direta ou indiretamente, pelos municípios; empresas públicas e sociedades de economia mista, não financeiras, e demais órgãos ou entidades dos municípios.

 

Parceria com agência Andina
Ainda em novembro, a Nossa Caixa Desenvolvimento assinou convênio de cooperação com a Corporação Andina de Fomento (CAF), com sede em Caracas, na Venezuela. Trata-se do primeiro acordo fechado pela instituição com um agente internacional de promoção de investimentos. O objetivo é incentivar especificamente projetos voltados para preservação do meio ambiente e sustentabilidade.


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