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II Encontro Internacional de Comércio Justo tem 30 compradores nacionais e internacionais


Durante a abertura do II Encontro Internacional de Comércio Justo, que começou na última quarta-feira, no Rio, e vai até o próximo dia 7 (sexta-feira) o diretor- técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, exortou os expositores a "insistir e perseverar" pela realização anual do evento "de preferência no Rio de Janeiro, para fazer da cidade a capital do comércio justo". O chamado comércio justo surgiu na Europa como uma resposta a práticas comerciais abusivas, principalmente com relação à mão-de-obra e ao meio ambiente.

Santos lembrou que o comércio justo cresce em ritmo bem mais acelerado que o comércio tradicional. "As previsões são de que, em 10 anos, o Brasil vai dobrar o seu Produto Interno Bruto (PIB). Então, o comércio justo tem que ter o mesmo desempenho em dois ou três anos, até porque o crescimento que nos interessa é aquele que gera distribuição de riqueza e é ambientalmente responsável", frisou.

Participam do evento 30 compradores nacionais e internacionais, vindos da Itália, França, Holanda e Espanha. A expectativa é que sejam gerados mais de R$ 2,5 milhões em negócios, superando a primeira edição do evento, em 2008, quando este saldo ficou em R$ 1,2 milhão.

“Precisamos atingir as gôndolas dos supermercados, as grandes redes varejistas. Considerando apenas 10% dos brasileiros, poderemos atingir 20 milhões de consumidores, mas o grande gargalo é a certificação, que representa segurança e garantia para o consumidor”, avaliou o diretor-técnico, na abertura do evento.

Fonte: Sebrae


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